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terça-feira, 21 de agosto de 2018

ENERGIA MENTAL


"Pensemos em toda a nossa energia mental em nós mesmos como sendo divinos em amor, divinos em vontade, divinos em pensamento, palavra e ação; e ocupemos todo o nosso corpo mental com essa imagem, vigorizando-a com emoções de júbilo e amor, de consagração e aspiração."

J. J. Van Der Leeuw. "Deuses no Exílio" (p. 33) Ed. Teosófica.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

O CAMINHO ESPIRITUAL


"A perfeição é meta de nosso caminho evolutivo não pelo propósito egoísta de sermos perfeitos, mas porque, através de nós, pode ser um pouco aliviada a carga do mundo. Em vez de nos imaginarmos - como fazemos inconscientemente e involuntariamente - sendo e fazendo o que em verdade não queremos ser ou fazer, devemos nos imaginas como o homem perfeito que almejamos ser e que seremos um dia."

J. J. Van Der Leeuw. "Deuses no Exílio" (p. 33) Ed. Teosófica

terça-feira, 7 de agosto de 2018

IDENTIFICAÇÃO COM O EGO

 "Ao nos reconheceremos como Egos, podemos olhar nos três corpos e decidir que sejam apenas nossos servos nos três mundos de ilusão, e nada mais. Já não desceremos a eles; já não voltaremos a nos emaranhar naqueles mundos de ilusão. Já não tornaremos a nos identificar com os três corpos, nem permitiremos que a consciência elemental se apodere da consciência do Ego e a domine. Temos de permanecer no cume da montanha, vendo diante de nós a ilimitada perspectiva da vida; e do alto devemos pensar, sentir e agir. É possível e devemos fazê-lo."

J. J. Van Der Leeuw. "Deuses no Exílio" (p. 55) Ed. Teosófica. 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

AÇÕES E NÃO PALAVRAS


"De nada serve ler algo, reconhecer que é verdade, e estimar sua exatidão a distância. Para que a leitura nos seja proveitosa, terá que ser mais que um ensino teórico; terá que ser uma prática. (...) reconhecer que nossa verdadeira consciência é o Ego, mas de realmente desembaraçar essa consciência das limitações que a aprisionam e transportá-la, depois de livre, para o mundo do divino contentamento e liberdade a que pertence."

J. J. Van Der Leeuw. "Deuses no Exílio" (p. 22) Ed. Teosófica

quarta-feira, 16 de maio de 2018

A META DA EVOLUÇÃO

 "O amor é como um ímã que nos atrai para o objeto amado e com ele nos identifica; e quando conseguimos realizar o amor do Ego e sentir como se dirige para todas as coisas, para todas as criaturas desse vasto mundo, não poderá deixar de nos conduzir para a meta da evolução - a união com a Divindade."

J.J. Van Der Leeuw. "Deuses no Exílio" (p. 45) Ed. Teosófica.

sábado, 10 de junho de 2017

SER NTERIOR

"Comecemos por pensar acerca de nós mesmos e vejamos o que nos vem à mente. Resultará que cada qual, naturalmente, pensará de si tal como aparece fisicamente, como se vê no espelho, com o rosto que lhe é familiar e chamando-se pelo nome que é seu no presente. Essa é a primeira ilusão que se tem de fazer desvanecer, pois enquanto pensarmos em nós crendo que somos o corpo físico, continuaremos identificados com esse corpo; e isso é precisamente o que não devemos fazer.
Ao identificar-nos com o corpo físico ou com a sua contraparte sutil, o corpo etérico, nos escravizamos aos seus desejos e condições de existência. Por conseguinte, nosso corpo físico irá se contrapor a qualquer alteração nas circunstâncias a que está sujeito e seguirá seu próprio caminho, em vez do nosso. O resultado será debilidade, má saúde e certa indolência ou embotamento do corpo, que o incapacita de responder ao Ser interior."


(J. J. Van Der Leeuw - Deuses no Exílio - Ed. Teosófica, Brasília, http://chavesparaasabedoria.blogspot.com.br/2017/03/)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

UMA NECESSÁRIA MUDANÇA DE ATITUDE


"(...) nossa consciência de sermos uma dualidade, um Eu superior interno e um eu inferior externo, está baseada na ignorância. Não somos duas entidades, senão uma só. Somos o Ser divino e nenhum outro. Seu mundo é nosso mundo, e sua vida é nossa vida. O que sucede é que, quando infundimos nossa consciência divina nos corpos através dos quais temos de adquirir certas experiências, nos identificamos com esse corpos e nos esquecemos do que realmente somos. (...)
A primeira condição para a realização espiritual é a certeza, sem sombra de dúvida, de que somos o Espírito ou Eu Superior. A segunda condição, tão essencial e relevante como a primeira, é a confiança em nossos próprios poderes como Ego e a coragem de empregá-los livremente. Em vez de considerar nosso estado habitual de consciência como natural e normal, e de olhar o Ego como se fosse um ser altíssimo e alcançar por esforços contínuos e extraordinários, devemos começar a ver nosso estado comum de consciência como anormal e não natural, e ver a vida do Espírito como nossa verdadeira vida, da qual nos mantemos continuamente afastados."

(J.J. Van Der Leeuw - Deuses no Exílio - Ed. Teosófica, Brasília, 2013 - p. 19/20)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

MANTER A CONSCIÊNCIA DO EGO


"Por termos passado por eras de evolução, durante as quais estivemos satisfeitos em sofrer exílio nas trevas do mundo exterior, resulta que, mesmo que tenhamos nos reconhecido como Egos por um curto tempo, haverá sempre a tendência para escorregarmos de volta aos antigos hábitos de identificação com os corpos. (...)
Se nos reconhecemos como Egos participantes da vida de divino contentamento e inefável felicidade, decidamos permanecer em tal estado. Não voltemos às trevas do exílio. Por que retornar àquela existência limitada em uma masmorra sombria, que é a vida da personalidade, quando podemos viver no fulgor da Vida divina? Por que não permanecer ali, atuar a partir dali, viver ali?"

(J.J. Van Der Leeuw - Deuses no Exílio - Ed. Teosófica, Brasília, 2013 - p. 40/41)

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O CICLO DA VIDA HUMANA



“A vida de um ser humano é apenas um dia na mais vasta vida do espírito do verdadeiro ser humano. Nesta vida superior, na peregrinação da alma, vemos também manifesto o ritmo da criação. No transcurso de muitas vidas na Terra, a alma surgida da unidade com Deus passa pela crucificação no mundo da existência e do sofrimento na matéria, para voltar a Deus de quem surgiu; porém, volta com plena consciência, levando consigo o fruto colhido após séculos de sofrimento.”

(J. J. Van Der Leeuw, O Fogo Criador)