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sábado, 2 de dezembro de 2017

SOFRER OU CRESCER


"Nós fortalecemos tudo aquilo a que resistimos. Aceitar não significa, porém, desistir da mudança. Ao contrário, quando olhamos a situação com receptividade, a raiz do problema - de base mental, incluindo desejos insatisfeitos - vem à tona, sugerindo uma ação harmonizadora que brota das profundezas do ser e extinguindo o problema. A razão é simples: pusemos consciência nele, expandindo a vida espiritual - às vezes até descobrindo que nunca existiu um problema. A escuridão não suporta a luz.
Eckhart Tolle nos dá uma chave ao dizer que a escuridão é passiva e a luz é ativa. Quando iluminamos um quarto escuro não é a escuridão que sai, é a luz que entra. Por isso, Blavatsky diz que o mal não tem existência própria, é apenas ausência do bem.
Somente de cada um de nós depende manter ou eliminar a realidade do sofrimento, crescendo no processo. Sofrer ou não é escolha nossa. Frequentemente, porém, dando razão a Tolle, escolhemos sofrer - como nas situações de ódio mantidas por longo tempo -, gerando o paradoxo de arruinar a vida com nosso próprio veneno."

(Walter S. Barbosa - Sofrer ou crescer - Revista Sophia,  nº 55 - p. 06/07)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

SOMBRA E LUZ

"A escuridão é passiva e a luz é ativa. Quando iluminamos um quarto escuro não é a escuridão que sai, é a luz que entra. Por isso, Helena Blavatsky diz que o mal não tem existência própria, é apenas ausência do bem."

(Walter S. Barbosa - Sofrer ou crescer - Sophia, Ano 13, nº 55 - p. 5)

quinta-feira, 30 de julho de 2015

MEDITAÇÃO



“Às vezes percebemos a paz no sentimento de ‘estar em tudo’, ou ‘conter tudo’ que a meditação provoca. Abre-se então um espaço de silêncio dentro de nós. Tudo acontece nesse silêncio, levando afinal ao samadhi, a realização de nossa natureza divina.”
(Walter S. Barbosa, Sofrer ou Crescer, Revista Sophia, Nº 55, p. 6)

sábado, 4 de julho de 2015

A MORTE DO EGO



"O que é estar morto? Pelo ângulo 'favorável', é deixar para trás os problemas. Isso vale tanto para os materialistas - que nada esperam para depois - como para os que creem em algo após a morte. Nossas contas bancárias e afetivas, tudo que era oneroso ou importante, como cabides pendurados no guarda-roupa do ego, ficam para os vivos.
Na visão dos espiritualistas, além do ganho consciencial, levamos para o outro lado o saldo final das experiências terrenas (que o mundo está aprendendo a denominar karma). Isso não deixa de ser um 'problema', se o saldo é negativo: a morte não resolve tudo. Essa circunstância afeta também os descrentes, pois a lei não para de funcionar só porque a ignoramos.
A diferença a favor dos espiritualistas é (ou deveria ser) alguma preparação para a continuidade após o suspiro final, sabendo que apenas o corpo morre. Cientes disso, naturalmente não ficaríamos identificados com esse invólucro de carne, colocando em seus contornos e profundidades toda a expectativa da vida. Isso é, porém, o que costuma ocorrer.”
(Walter Barbosa - A morte do ego - Revista Sophia, nº 53 - Ed. Teosófica)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MEDITAÇÃO


“Às vezes percebemos a paz no sentimento de ‘estar em tudo’ ou ‘conter tudo’ que a meditação provoca. Abre-se então um espaço de silêncio dentro de nós. Tudo acontece nesse silêncio, levando afinal ao samadhi, a realização de nossa natureza divina”.
(Walter Barbosa, Revista Sophia, Nº 55)

domingo, 1 de março de 2015

A MORTE DO EGO



"Onde se localiza o medo? Na parte de nós sujeita a morrer, assim como o corpo: o 'eu' transitório chamado ego. Propondo eliminar esse medo na fonte, o sábio Ramana Maharshi diz: 'Se alguém que amamos morre, isso causa sofrimento àquele que continua vivo. A maneira de se livrar do sofrimento é não continuar vivendo. Mate o sofredor. Assim, quem estará lá para sofrer? O ego deve morrer, é o único jeito.'
Portanto, a morte do ego é o nascimento para a vida plena, inclusive afetiva, sem competitividade, ciúme ou receio de perdas. Como assinalam os mestres, sem pendências de passado ou futuro, a vida no agora é uma serena antecipação da que vem depois. Por sinal, vencida a prisão do tempo - onde a mente é zelosa carcereira - o que é o depois?"
(Walter Barbosa - A morte do ego - Revista Sophia, )