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quarta-feira, 14 de junho de 2017

REENCARNAÇÃO


"A crença na reencarnação mostra-nos que há no universo uma espécie de justiça ou bondade suprema. É essa bondade que todos estamos querendo descobrir e libertar. Sempre que agimos positivamente, movemo-nos na direção dela; sempre que agimos negativamente, nós a obscurecemos e inibimos. E sempre que não podemos expressá-la em nossas vidas e ações sentimo-nos infelizes e frustrados. 
Assim, se tiver de tirar uma mensagem essencial do fato da reencarnação, seria esta: desenvolva esse bom coração que deseja ardentemente que os outros seres encontrem felicidade duradoura, e que age para assegurá-la. Nutra e pratique a bondade."

(Sogyal Rinpoche - O Livro Tibetano do Viver e do Morrer - Ed. Talento/Ed. Palas Athena)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

REENCARNAÇÃO


“Intimamente, ou melhor, indissoluvelmente ligada ao karma está a lei do renascimento ou de reencarnação da mesma individualidade espiritual numa série longa, quase interminável, de personalidades. Estas são como as várias vestimentas e personagens representadas pelo mesmo ator; com cada uma das quais aquele ator se identifica e é identificado pelo público durante algumas horas.”


(Blavatsky, Momentos de Sabedoria, pág. 84, Editora teosófica, Brasília)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

REENCARNAÇÃO



“A palavra karma, introduzida no Ocidente pela Teosofia, já está bastante disseminada, sendo conhecida até pelos que não aceitam essa lei como uma possibilidade. Entretanto, a real compreensão de seu significado ainda não é muito difundida. Na roda kármica, uma vida não seria suficiente para dar conta de todas as metas a serem atingidas; daí vem a compreensão da necessidade da reencarnação. Seria necessário um número maior de oportunidades para consertar nossos erros e aprender mais sobre a finalidade da vida."

(Regina Medina, A ciência e a reencarnação, Revista Sophia, Nº 58, pg 9)

domingo, 27 de setembro de 2015

REENCARNAÇÃO




“Sabemos que, com a morte física, o homem perde o corpo físico e sucessivamente os outros corpos mais sutis, perdendo com eles a memória das ações desses corpos. Só no corpo causal permanece a recordação panorâmica dos fatos pretéritos.
Ao iniciar o processo de nova encarnação, o homem reveste-se de corpos inteiramente novos e, portanto, não pode recordar-se do que fez quando tinha outros corpos, salvo se conseguir sintonizar a sua memória física com a memória causal.”
(Alberto Lyra, O Ensino dos Mahatmas, Ed. Ibrasa, pg. 182)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

REENCARNAÇÃO



“A vida refugia-se por algum tempo em seu invólucro  hiperfísico, conservando, na qualidade de novos poderes de edificar as formas, os resultados das experiências por que passou. As formas que sucessivamente aparecem e desaparecem são portas por onde ela entra e sai no drama da evolução. Nenhuma fração de experiência se perde, do mesmo modo que partícula alguma de matéria se destrói.”
(C. Jinarajadasa, Fundamentos de Teosofia)

quinta-feira, 17 de julho de 2014

SIMPATIA



“Nenhum de vós deve ser cego a ponto de supor seja esta a primeira vez que entra em contato com a Teosofia. Seguramente percebereis que isso equivaleria a dizer que os efeitos advêm sem causas. Sabei, pois, que de cada um de vós depende o lutar daqui por diante pela aquisição da Sabedoria espiritual nesta e na próxima encarnação, quer sozinho, quer em companhia de vossos atuais co-associados, e grandemente ajudados sereis pela simpatia e aspirações mútuas. Minhas bênçãos a todos que as merecerem.”
(Mestre K. H, Meditações – Excertos de Cartas dos Mestres de Sabedoria)

domingo, 1 de setembro de 2013

H.P.B - REENCARNAÇÃO




"Intimamente, ou melhor, indissoluvelmente ligada ao karma está a lei do renascimento ou de reencarnação da mesma individualidade espiritual numa série longa, quase interminável, de personalidades.

 Estas são como as várias vestimentas e personagens representadas pelo mesmo ator; com cada uma das quais aquele ator se identifica e é identificado pelo público durante algumas horas."

~ BLAVATSKY, Momentos de Sabedoria, pág.84, Editora teosófica, Brasília