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sábado, 12 de maio de 2018

A QUESTÃO DO CONTROLE



 "Sem dúvida cometemos erros. Descobrimos talvez rápido demais, meios cada vez mais eficazes de controlar nosso mundo, e nem sempre os usamos sensatamente, mas não podemos deixar de controlar a natureza, assim como não podemos deixar de respirar ou de digerir o que comemos. O controle não é uma fase passageira. Nenhum místico ou asceta deixou jamais de controlar o mundo em seu redor; controla-o para controlar-se a si mesmo. Não podemos escolher um gênero de vida no qual não haja controle. Podemos tão-só mudar as condições controladoras."

SKINNER, B.F. "Sobre o Behaviorismo" Cultrix. São Paulo - 1982, p. 164

sábado, 17 de janeiro de 2015

LEIS DA NATUREZA


"Quando falamos das Leis da Natureza, não queremos dizer nenhuma das coisas que tomamos como características das leis do homem. A Lei da Natureza não é uma ordem emitida por uma autoridade. É uma afirmação das condições sob as quais uma certa coisa invariavelmente acontece. Onde quer que estas condições estejam presentes, segue-se-lhes um certo evento; é a declaração de uma sequência, uma sucessão imutável, irrevogável, porque estas leis são expressões da Natureza Divina, na qual não existe mudança, nem sombra de alteração. A Lei da Natureza não é uma ordem: ‘Faça isto’; ‘Não faça aquilo’. É uma afirmação: ‘Se tais e tais condições estiverem presentes, tais e tais resultados acontecerão’; se as condições mudarem, os resultados mudarão com elas.”
(Annie Besant - As Leis do Caminho Espiritual, Ed. Teosófica)