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segunda-feira, 18 de março de 2019

SABEDORIA DIVINA



“Um profundo senso de unidade permeia a vida que está imersa no sagrado, em vez de refém do mundano. Talvez sejamos todos reféns do mundano, em um grau maior ou menor. Todos nós vivemos neste mundo; todos precisamos de certas coisas para poder atuar. Mas desistir do pessoal para dedicar a vida ao sagrado não requer necessariamente desistir de todas as posses. Na verdade, esse é um estado mental marcado pela reverência e pelo discernimento, que considera o sagrado como tendo suprema importância. É a sabedoria divina, não a sabedoria mundana. (...) Ela é capaz de atuar no mundo de maneira prática.”

(Linda Oliveira, Do mundano ao sagrado, Revista Sophia, nº 61, pg. 39)

domingo, 15 de abril de 2018

O MAIS BELO ESTADO DA MENTE E DO CORAÇÃO



"A liberdade de qualquer sentido de posse, não apenar com relação a objetos, mas também a pessoas próximas e ao país e à raça, requer compreensão amadurecida, uma condição de claro insight. Quando esta condição existir no coração da pessoa, ela se refletirá na sua vida exterior, trazendo-a uma ordem maravilhosa, tornando a vida simples, sem supérfluos, e orientando seu fluxo de uma maneira que manifesta a beleza da forma e do espírito interior da pessoa. Os bens que a pessoa de fato possui não têm necessariamente uma correlação com este estado. Os bens não recebidos do karma que distribui as responsabilidades de acordo com os atos passados de todos os envolvidos; mas o grau de correção no lidar com as suas posses depende muito do quanto desapegado se está em relação a estes bens."

N. Sri Ram, "Em Busca da Sabedoria" (p.117) Ed. Teosófica

quarta-feira, 24 de maio de 2017

SABEDORIA DIVINA


"O Farol sobre o qual se fixam os olhos de todos os verdadeiros teósofos é aquele que tem sido, em todos os tempos, o ponto de mira da alma humana aprisionada. Este farol, cuja luz não brilha sobre nenhuma das águas terrestres, mas que cintilou na escuridão profunda das águas primordiais do espaço infinito, é por nós chamado, bem como pelos teósofos primitivos, de 'Sabedoria Divina'. É a palavra final da doutrina esotérica. E, na antiguidade, qual era o país que se achasse digno de ser considerado civilizado e não possuísse o seu duplo sistema de SABEDORIA, do qual uma das partes era dirigida às massas e a outra a um pequeno número - o exotérico e o esotérico? Este nome SABEDORIA, ou, como por vezes chamamos, a 'religião da sabedoria' ou Teosofia, é tão velha como a mente humana."

(H. P. Blavatsky, Textos Seletos, Coleção Omnia)

sábado, 9 de julho de 2016

SABEDORIA DIVINA


“Diz H. P. B. que a semente dessa sabedoria divina foi implantada nas almas nascentes dos homens pelos Dhyan Choans no alvorecer da evolução, ela cita as palavras do velho mestre Aryasangha: ‘Aquilo que não é nem Espírito nem Matéria, nem Luz nem Trevas, mas é verdadeiramente o receptáculo e raiz de tudo isso… tu és isso… a Luz-Vida se derrama para baixo pela escadaria dos sete mundos, escadas cujos degraus vão se tornando cada vez mais densos e cada vez mais escuros. É dessa série sete-vezes-sete que és o fiel escalador e espelho, ó homem pequeno! És isto, mas não sabes.’”

(Clara Codd, A Técnica da Vida Espiritual, Ed. Teosófica, pg. 74)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

TEOSOFIA


“A Teosofia, tal como nos é apresentada hoje, não compreende o conhecimento completo de todos os fatos. Tem-se-nos falado apenas de alguns fatos e de leis gerais, porém o suficiente para estimular-nos ao estudo e a novas investigações, apesar das inumeráveis lacunas a preencher. Há entre nós, trabalhadores que se esforçam em supri-las, mas os conhecimentos que possuímos são como uma gota de água comparada com o oceano quando comparados aos que ainda restam para ser descobertos ou revelados. Entretanto, do pouco que conhecemos, embora muito incompleto, já se sente uma maravilhosa fascinação, e tal fato revela em todas as coisas uma nova fonte de inspiração e beleza.”

(C. Jinarajadasa, Fundamento de Teosofia)