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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

DHARMA



“Quando as nações da Terra foram criadas, uma após a outra, Deus concedeu para cada uma, uma palavra especial, a palavra que cada uma delas deveria proclamar ao mundo, a palavra especial do Eterno que cada uma deveria falar. Quando contemplamos a história das nações, podemos ouvir esta palavra da boca coletiva do povo, pronunciada como ação, como a contribuição daquela nação à humanidade perfeita e ideal. A palavra dada ao antigo Egito foi Religião; para a Pérsia a palavra foi Pureza; para a Caldéia a palavra foi Ciência; para a Grécia, Beleza; para Roma, Lei; e para a Índia, a primogênita dentre as Suas filhas, para ela Deus concedeu uma palavra que resumia todas em uma só: a palavra Dharma. Esta é a palavra da Índia para o mundo.”
(Annie Besant)

quinta-feira, 28 de junho de 2018

A ESCRITA DIVINA


"Há uma Escrita Divina na Natureza. Tudo tem um propósito: vicejar - desabrochar os dons e qualidades de sua própria natureza. Este é o dharma de cada um. Dharma é a natureza interna de cada ser, e a lei que rege seu desenvolvimento e o passo seguinte. (...) A compreensão [das] diferenças aparentes é o primeiro passo para a harmonia das relações humanas. Cada pessoa tem uma qualidade especial para aprimorar e um defeito para aparar. E isso não para."

MANSUR, Fernando. "ESCRITA DIVINA" (p.168) Ed. do autor.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

DHARMA


“Misteriosa é a senda da ação; misteriosa porque a moralidade não é, como pensa o ingênuo, a mesma para todos; porque ela varia com o Dharma do indivíduo. O que é certo para um, é errado para outro. E o que é errado para um é certo para outro. A moralidade é uma coisa individual, e depende do Dharma do homem que age, e não do que às vezes é chamado de ‘certo e errado absolutos’. Não há nada de absoluto em um universo condicionado. E o certo e o errado são relativos, e devem ser julgados em relação ao indivíduo e aos seus deveres. Isso foi o que disse o maior dos Mestres a respeito do Dharma - e isso nos guiará neste complicado caminho - ‘Melhor cumprir nosso próprio Dharma, ainda que destituído de mérito, do que cumprir o Dharma alheio com perfeição. É melhor morrer no desempenho do próprio Dharma, pois o Dharma alheio é repleto de perigos’”

(Annie Besant, Dharma, Ed. Pensamento, pg.12)