sexta-feira, 23 de outubro de 2015

AVALIE OS SEUS OBJETIVOS



“Em vez de perder tempo preocupando-se, pense positivamente a respeito de como a causa do problema pode ser afastada. Se você quiser livrar-se de um problema, analise tranquilamente sua dificuldade, estabelecendo ponto por ponto os prós e os contras do assunto. Em seguida, avalie quais seriam os melhores passos para realizar seus objetivos.
Esqueça o passado porque ele já não está sob seu domínio! Esqueça o futuro porque ele está fora do seu alcance! Domine o presente! Viva supremamente bem agora! Isso levará o passado, para deixá-lo imaculado, e obrigará o futuro a ser brilhante. Esse é o modo de ser dos sábios.”
(Paramahansa Yogananda – Paz interior – Ed. Self-Realization Fellowship – p. 88/89)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A JORNADA


“Alguns se deleitam nos jardins do caminho.
Outros desistem de andar, batidos e abatidos pelas agruras da estrada.
Enfeitiçados pelo agradável ou amedrontados pelos fantasmas do dissabor, quase todos ficam por aí, presos pelos aparentes.
Aos que gozam, a sugestão – prossigam.
Aos que sofrem, o conselho – continuem andando.
Persistência e equanimidade é que desvelam o Real.”
(Hermógenes – Mergulho na paz – Ed. Nova Era, Rio de Janeiro – p. 111/112)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A MÔNADA



“A concepção oculta do homem é a de que ele é um universo em miniatura, um universo que está em processo de formação. O fato de que ele é uma Mônada no plano mais superior reforça o conceito de que seja o que emanar dessa unidade deve constituir um todo. A totalidade é quebrada por gradações de matéria, e matéria significa limitação e resistência. As forças provenientes da Mônada, o seu poder e luz são canalizados crescentemente nesta matéria de muitas densidades. (...)”
(N. Sri Ram, O Homem sua Origem e Evolução, Editora Teosófica, pg. 89)


terça-feira, 20 de outubro de 2015

AUTOSSACRIFÍCIO


"(...) O autossacrifício deve ser exercido com discernimento; e um tal abandono de si mesmo, se empreendido sem justiça, ou cegamente, sem considerar os resultados subsequentes, pode com frequência se provar não apenas inútil, mas prejudicial."
(H. P. Blavatsky, (Chave), Momentos de Sabedoria, Ed. Teosófica, pg. 240)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

DISCERNIMENTO



“É uma incoerência pensar que Deus condene como pecadores aqueles que não creem. Uma vez que o Próprio Senhor habita em todas as criaturas, a condenação significaria Sua própria e completa ruína. Deus jamais pune o homem por não acreditar Nele; é o homem que pune a si próprio. Se alguém não acreditar no dínamo e corta os fios que conectam sua casa àquela fonte, ele se priva das vantagens da energia elétrica. Da mesma forma, rejeitar a inteligência que é onipresente em toda a criação significa negar à consciência o seu vínculo com a Fonte de sabedoria divina e o amor que possibilita o processo de ascensão ao Espírito.”
(Paramahansa Yogananda – A Yoga de Jesus – Ed. Self-Realization Fellowship – p. 72)

domingo, 18 de outubro de 2015

TRANSFORMAÇÃO




“Como já dissemos, não é o sofrimento como tal que transforma o homem, mas é o sofrimento compreendido e aproveitado. Mas o homem que nunca viveu no seu interior por uma profunda interiorização ou meditação, dificilmente pode sofrer com serenidade, não pode dizer 'eu transbordo de júbilo no meio de todas as minhas tribulações'. O homem profano, sem sofrimento transformador, continua a vida inteira como lagarta pesada e comilona - ao passo que o homem que passou por um sofrimento compreendido, e aceito, entra numa atitude de serenidade e leveza, que faz lembrar o adejar silencioso da borboleta, que, apesar disto, continua a manter o contato com a terra.”
(Huberto Rohden - Porque Sofremos - Ed. Martin Claret, São Paulo, 2004 - p. 64)

sábado, 17 de outubro de 2015

AMOR CRÍSTICO



"O amor puro nos corações humanos irradia o amor universal de Cristo. Expandir continuamente o círculo do amor significa sintonizar a consciência humana com o Filho unigênito. O amor aos membros da família é o primeiro passo para a expansão do amor que sentimos por nós mesmos, de modo a incluir os que nos são próximos; amar todos os seres humanos, de qualquer raça ou nacionalidade, significa conhecer o amor de Cristo.”
(Paramahansa Yogananda – A Yoga de Jesus - Ed. Self-Realization Fellowship – p. 73/74)

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A MENTE NA MEDITAÇÃO


"Muito pouco progresso pode ser feito para entrar na consciência elevada, permanecer ali e desenvolver a faculdade de entrar nela à vontade, até que a mente tenha sido submetida a um controle razoável. Não existe uma fórmula fácil para isto, apesar de algumas pessoas terem mais facilidade natural do que outras. (...)
O controle da mente, que é necessário, deve ser desenvolvido pela prática e pelo exercício da vontade. Todos os poderes da vontade e da mente devem ser utilizados para alcançar a capacidade requerida. Se a mente vaguear, é uma boa prática trazê-la à força de volta pelo caminho que ela se extraviou. Com o tempo isto a trará sob controle, estabilizando-a. Não existe nenhum substituto para esta concentração preliminar. Devemos praticá-la até que seja aprendida; se não for assim, a condição meditativa continuará a nos frustrar.”
(Geoffrey Hodson - A Suprema Realização através da Yoga - Ed. Teosófica, Brasília, 2001 - p. 98/99)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

AUTOCONFIANÇA



"Há ainda inúmeras páginas do registro de vossa vida por escrever; brancas e limpas elas estão. Rebento de vossa raça e de vossa era, tomai a pena diamantina e enchei-as com a história de nobres ações, dias bem gastos, anos de santa luta. Assim, ganhareis vossa senda, sempre ascendente, para os planos superiores da consciência espiritual." 
(K. H., Meditações, Excertos de Cartas dos Mestres de Sabedoria, Ed. Teosófica)

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

PERCEBIMENTO



“Triste mundo onde ainda quase todos vivemos insensíveis à miséria dos ricos; à fragilidade dos violentos; à torpeza dos valentes; à ignorância dos eruditos; ao tédio dos eróticos; à indigência espiritual dos malvados; à dúvida dos dogmáticos; à insegurança dos opulentos; à tragédia das meretrizes; ao desalento dos fortes; à imaturidade dos corruptos; às lágrimas que os sorrisos, em vão, tentam esconder; aos dramas que as comédias disfarçam...
Que mundo triste esse, no qual nos distraímos com as aparências, iludimo-nos com as máscaras, divertimo-nos com as fantasias e pantomimas que todos representam!”
(Hermógenes – Mergulho na paz – Ed. Nova Era, Rio de Janeiro – p. 86/87)