terça-feira, 30 de junho de 2015

A VERDADE


“A Verdade é uma e a mesma em todos os tempos, embora seja infinita em sua manifestação. Mas cada um deve encontrá-la pela percepção dela dentro de si mesmo. E cada um pode percebê-la somente na medida em que busca incorporá-la em sua vida, de tal modo que tudo o que ele é e faz torna-se mais e mais belo a cada dia.”
(N. Sri Ram)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

COMPAIXÃO


“Diante do sofrimento alheio, não reaja com superioridade ou arrogância. Cultivar a sabedoria ajuda-nos a evitar esses descaminhos. É difícil, porém, generalizar sobre esses princípios, pois cada ser humano possui seu próprio grau de coragem e paciência.”
(Dalai Lama)

domingo, 28 de junho de 2015

SABEDORIA



“A Sabedoria é sempre o florescimento da qualidade da vida, revelando os mais profundos significados da Vida. É a unidade do todo, refletida na unidade de uma parte. É um movimento da vida que mostra a vida em sua natureza superlativa e no melhor de si mesma. É o pensamento liberado de todas as correntes, formado por um direto impulso do céu. É um raio divino que penetra tanto o coração como a mente e os unifica. É o alento de Deus, cujo calor é vida e cuja luz é amor e beleza.”
(N. Sri Ram)


sábado, 27 de junho de 2015

CICLICIDADE


“Faça um esforço para considerar como coisas transitórias todas as circunstâncias adversas e inquietações. Como ondulações na água de um lago, elas surgem e logo desaparecem. À medida que nossas vidas são carmicamente condicionadas, caracterizam-se por infindáveis ciclos de problemas. Um problema aparece e passa e logo em seguida surge outro.”
(Dalai Lama)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

PALESTRA PÚBLICA: BUDISMO E JAINISMO


UNIDADE



“Da Realidade Única, que não é nem Espírito nem Matéria mas ambos, emana a Vida e, emanando, flui infinitamente em correntes, ramificando-se mais e mais em inumeráveis vidas individuais, cada uma especializada a seu modo, manifestando na infinita diversidade de efeitos, qualidades e capacidades. Quando este processo alcança seu limite, as vidas diferenciadas volta a unir-se, voltando a ser assim a Unidade que elas sempre foram.”
(N. Sri Ram)

quinta-feira, 25 de junho de 2015

COMPREENSÃO DA REALIDADE


“O homem pode ser simbolizado por uma correnteza, às vezes fluindo de maneira prazerosa, ampla e plácida, por prados sorridentes, ou prados estreitos e profundos, rugindo à medida que avança entre penhascos, sobre um leito de pedra. Isso é uma corrente, não de água, mas de reproduções de fatos entremeados com fantasias na mente, uma corrente coberta com bolhas representando fatos e fantasias que se formam e se quebram repetidamente. A consciência do homem é conduzida ao longo dessa correnteza, sorvendo, à medida que segue em frente, as delícias e tristezas do prazer e da dor. Os homens pensam que vivem uma vida material externa, mas na verdade vive na corrente.”
(Ernest Wood, Revista Sophia, Nº 33)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

A IGUALDADE PARA TODOS É A ESSÊNCIA DOS PRINCÍPIOS MORAIS DA VEDANTA


“A ideia de privilégio é a maldição da vida humana. É como se existissem duas forças constantemente em ação, a primeira dando origem a novas regalias, a segunda suprimindo-as. Em outras palavras, uma, instituindo o privilégio, outra, eliminando-o. E à proporção que os privilégios são eliminados, cada vez mais luz e progresso um povo alcança. Podemos observar esse esforço sendo feito à nossa volta.(...)
A ideia de que um homem nasce superior a outro não faz sentido na Vedanta, como não tem cabimento supor que entre duas nações uma seja superior à outra. Dê-lhes as mesmas condições e observe se o desempenho intelectual será o mesmo ou não. Antes disso, você não tem o direito de afirmar a primazia de uma nação sobre a outra.”
(Swami Vivekananda, O que é Religião)

terça-feira, 23 de junho de 2015

A CONQUISTA DO EGO



“Assim como somos, sem rumo, o nosso interesse egocêntrico não se harmoniza com o interesse de nosso eu mais profundo. Nós não buscamos primeiro o reino interno e somente depois o externo; ao contrário da verdadeira ordem, nós primeiro nos esforçamos pelo domínio do mundo. Se necessário, nós até mesmo negamos e sacrificamos o superior pelo inferior. Mas, ‘o que aproveitará o homem, se ganhar o mundo inteiro mas arruinar a sua vida?’[1] É o falso eu, o ego, que está obsecado com a conquista do mundo. É este ego que devemos sobrepujar a fim de ‘nascer de novo... do Espírito’.[2] A conquista do ego é na verdade a vitória sobre o mundo psíquico abstrato, construído por nós mesmos, o qual habitamos e nos mantém sobrecarregados e pesados. Aquele que sobrepujou o mundo é do alto e não deste mundo; uma tal pessoa vivendo no mundo não é impelida por desejos mundanos ou ambições. Ela faz o que lhe é exigido pelo alto, não para sua satisfação ou glória pessoal.”

[1] Mateus 16:26

[2] João 3:7-8

(Ravi Ravindra, Sussurros da Outra Margem, Editora Teosófica)

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ALTRUÍSMO



“Nas circunstâncias atuais, ninguém pode se dar ao luxo de acreditar que seus problemas vão ser solucionados pelos outros. Cada indivíduo tem a responsabilidade de ajudar a levar nossa família global para o rumo certo. Ter boa vontade não é o suficiente, é preciso nos envolvermos de forma ativa.”
(Dalai Lama)